2013, O QUE MUDA?
Dois mil e doze já foi o ano da crise - econômica, política e então, como entrar em dois mil e treze?
Por incrível que pareça, dois mil e doze foi a conclusão de um módulo importante na minha vida. Poderia ter sido como outros, mas o interessante é que não se repetiram os fatos, foram todos casos inéditos, boas surpresas! Além da dose de felicidade que sempre me sobra, tanto na alegria como na tristeza, foram fatos e pessoas que contribuíram muito para que essa "reserva" se preservasse. Pensando melhor, já tem alguns anos que não paro para reclamar, e nem reclamo no percurso. Com o passar do tempo, não reclamo nem comigo mesmo, nem mesmo em pensamento antes de dormir! Pensei em não abrir exceções para não tomar a liberdade e indelicadeza de deixar escapar uma dor ou outra de estimação que me fizesse achar que o mundo conspira contra mim.
Essa prática se tornou o alimento do bom humor, um estoque de paciência(até com os reclamões..) e uma base de equilíbrio muito forte. Não sou adepto do positivismo da boca pra fora, tanto que só solto boas gargalhadas sozinho ouvindo Pretinho Básico às seis da tarde. Esboço meio sorriso quando encontro as pessoas que gosto muito também. Agora se tem uma felicidade sincera que arrebenta aqui por dentro é quando assisto a felicidade alheia, aquela que foi plantada, a realização de outro que tanto esperou, a vida ou a cura de quem precisava muito, isso sim emociona e faz querer viver e acreditar. Às vezes aquilo que é tão fútil e dispensável pra alguns, torna-se tão importante na vida de outrem e vice-versa. Vamos valorizar isso, afinal, somos semelhantes diferentes!
Pra ser sincero, tenho poucos amigos e muitos conhecidos. Nesses grupos as pessoas mudam constantemente de posição, porém os amigos continuam lá e no máximo se acrescentam mais um ou dois, daqueles que queremos manter.
Bom, isso nem é mensagem de natal ou final de ano e nem quero desejar sucesso para que não nos fiemos nessa palavra que não é um mantra que vamos repetir como nos finais de ano e ela vai acontecer, não é automática, depende de você, mesmo que todos te desejem todo sucesso do mundo!
Eu gostaria de começar 2018 olhando mais para os outros, não com olhar de crítica, mas de responsabilidade, de pertencimento ao grupo. Não há o que fazer se não tivermos essa pequena preocupação com os nossos parentes, amigos do trabalho, da rua, do ônibus, da cantina, da sala, teu chefe, teu colaborador. Costumamos abraçar, desejar boa sorte e achar que isso vai resolver a vida ou que tem validade eterna, mas não tem! Eu desejo acompanhar, ouvir e SER humano como deveríamos ser, originais e não cópias!
Desejo não julgar porque não é minha função; quero aproximar, passar por perto e contribuir com alguma boa palavra, dividir e carregar o fardo de outra pessoa por um trecho pra que tenha um breve descanso e injeção de ânimo para prosseguir.
E aqui estamos hoje à beira de 2018, o que de fato não muda nada e nem é um evento especial, mas já que pensamos que é um "start" nos projetos parados e tempo de resoluções, façamos isso, de verdade!!
Um abraço!
Por incrível que pareça, dois mil e doze foi a conclusão de um módulo importante na minha vida. Poderia ter sido como outros, mas o interessante é que não se repetiram os fatos, foram todos casos inéditos, boas surpresas! Além da dose de felicidade que sempre me sobra, tanto na alegria como na tristeza, foram fatos e pessoas que contribuíram muito para que essa "reserva" se preservasse. Pensando melhor, já tem alguns anos que não paro para reclamar, e nem reclamo no percurso. Com o passar do tempo, não reclamo nem comigo mesmo, nem mesmo em pensamento antes de dormir! Pensei em não abrir exceções para não tomar a liberdade e indelicadeza de deixar escapar uma dor ou outra de estimação que me fizesse achar que o mundo conspira contra mim.
Essa prática se tornou o alimento do bom humor, um estoque de paciência(até com os reclamões..) e uma base de equilíbrio muito forte. Não sou adepto do positivismo da boca pra fora, tanto que só solto boas gargalhadas sozinho ouvindo Pretinho Básico às seis da tarde. Esboço meio sorriso quando encontro as pessoas que gosto muito também. Agora se tem uma felicidade sincera que arrebenta aqui por dentro é quando assisto a felicidade alheia, aquela que foi plantada, a realização de outro que tanto esperou, a vida ou a cura de quem precisava muito, isso sim emociona e faz querer viver e acreditar. Às vezes aquilo que é tão fútil e dispensável pra alguns, torna-se tão importante na vida de outrem e vice-versa. Vamos valorizar isso, afinal, somos semelhantes diferentes!
Pra ser sincero, tenho poucos amigos e muitos conhecidos. Nesses grupos as pessoas mudam constantemente de posição, porém os amigos continuam lá e no máximo se acrescentam mais um ou dois, daqueles que queremos manter.
Bom, isso nem é mensagem de natal ou final de ano e nem quero desejar sucesso para que não nos fiemos nessa palavra que não é um mantra que vamos repetir como nos finais de ano e ela vai acontecer, não é automática, depende de você, mesmo que todos te desejem todo sucesso do mundo!
Eu gostaria de começar 2018 olhando mais para os outros, não com olhar de crítica, mas de responsabilidade, de pertencimento ao grupo. Não há o que fazer se não tivermos essa pequena preocupação com os nossos parentes, amigos do trabalho, da rua, do ônibus, da cantina, da sala, teu chefe, teu colaborador. Costumamos abraçar, desejar boa sorte e achar que isso vai resolver a vida ou que tem validade eterna, mas não tem! Eu desejo acompanhar, ouvir e SER humano como deveríamos ser, originais e não cópias!
Desejo não julgar porque não é minha função; quero aproximar, passar por perto e contribuir com alguma boa palavra, dividir e carregar o fardo de outra pessoa por um trecho pra que tenha um breve descanso e injeção de ânimo para prosseguir.
E aqui estamos hoje à beira de 2018, o que de fato não muda nada e nem é um evento especial, mas já que pensamos que é um "start" nos projetos parados e tempo de resoluções, façamos isso, de verdade!!
Um abraço!
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